Livre-se da "impotência operacional."
Sem essa trava seu negócio decola (e você sabe).
Suas vendas já fluem, seus resultados são bons...
E você enxerga que pode mais, mas isso sabota a sua escala.
Para crescer mais, você precisa testar mais anúncios com fundamento, e esse é o problema.
A sua operação criativa não acompanha isso (seja com equipe ou você sozinho).
E vale relembrar o trabalho de um único anúncio em vídeo.
E nisso, surge a impotência operacional.
Sobra vontade e faltam bons anúncios.
E isso se desdobra nas três barreiras da tristeza:
Tempo > mesmo correndo ele vive apertado, e te mantém com os anúncios atrasados.
Capacidade > você sonha com criações únicas, variações e testes sólidos, mas não sabe executar.
Consistência > ter o volume necessário de anúncios já é difícil, e no prazo, sempre que preciso... impossível.
E para esse cenário, desenvolvi cirurgicamente os FlashADS.
Você me diz quantos anúncios precisa e toca sua vida (sem precisar gravar nada).
Diversos negócios resolveram isso, escalaram mais e com esforço reduzido.
Já foram +5000 anúncios criados, aprovados e analisados.
Esse e-commerce conseguia boas conversões, mas sempre faltavam anúncios.
Mais de 15 produtos no perpétuo, lançamentos direto, diversas campanhas, narrativas...
Eu escrevia, escolhia quem gravaria, aprovava design, vídeo, até chegar no tráfego.
Depois, analisava cada vírgula, as métricas de cada um e os supostos motivos.
Cerca de 100/semana, e mesmo voando contra o tempo, faltavam anúncios.
E isso é problema em qualquer dimensão de negócio.
Quando comecei lá, em seguida mostrei os FlashADS e logo viraram fãs.
Mais testes, mais escala...
Começou a sobrar anúncio, com menos trabalho, e as conversões de todos (até os de vídeo), subiram.
Já no Filipinho, numa escala um pouco menor, também tinha esses problemas.
Com o ajuste de que é ele quem grava, ele é o rosto da parada.
E encaixar anúncios numa rotina com conteúdo, reuniões, equipe... é complicado.
Mas depois dos FlashADS, fiz até pico de vendas sem ele precisar gravar um único vídeo.
Nesse SaaS as produções viviam no laço, e era comum não surgirem tantas variações.
Logo, a comunicação ficava batida, comum, e convertia cada vez menos.
Fora ter que subir anúncios que ainda nem tinham sido gravados... que beleza.
Mas pós "flasherização", começou a sobrar anúncio e as métricas gerais agradeceram (além do alívio na cabeça).